quinta-feira, 26 de abril de 2012

O Chá verde e seus benefícios

Chá verde é um tipo de chá feito a partir da infusão da planta Camellia sinensis. É chamado de verde porque as folhas da erva sofrem pouca oxidação  durante o processamento, o que não acontece com as folhas do  chá preto. Algumas outras ervas são vendidas a título de chá verde, porém o verdadeiro chá verde é o feito a partir da folha do arbusto Camellia sinensis.
A preparação do chá verde difere um pouco dos chás tradicionais. A água não deve estar fervendo, pois do contrário as folhas acabam sendo cozidas e proporcionando um gosto amargo à bebida. O tempo de infusão também não deve ser maior que 3 minutos.


o chá verde além de diurético é rico em substâncias antioxidantes, chamadas polifenóis, que evitam a ação destrutiva das moléculas de radicais livres que degeneram as células, auxiliando, por exemplo, no combate ao câncer, ao envelhecimento e na queima de gorduras.
O chá verde também é rico em tanino que faz diminuir as taxas do LDL (colesterol ruim) e fortalece as artérias e veias favorecendo a prevenção de doenças cardíacas e circulatórias. Possui Bioflavonóides e Catequinas: substâncias que bloqueiam as alterações celulares que dão origem aos tumores.

O chá verde também possui manganês, potássio, ácido fólico, vitamina C, vitamina K, vitamina B1 e B2.
Pesquisadores acreditam, ainda,que o hábito de beber chá em vez de café é um dos fatores responsáveis pelo menor índice de infarto em países do Oriente. E como se não bastasse, comprovou-se também que as substâncias presentes no chá verde ajudam a prevenir cáries, têm ação antiinflamatória e antigripal, ativam o sistema imunológico e regeneram a pele.

Leia mais: http://pt.wikipedia.org/wiki/Chá_verde

Dra. Andreia G Barbeiro

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Conheça mais sobre o efeito Platô na Perda de Peso

O que é?

O efeito platô é a estabilização do peso após um período de dieta, ou seja, a pessoa para de perder peso. Após algum tempo o organismo se acostuma a essa restrição, requerendo menos energia para suas funções vitais e o metabolismo diminui, se adaptando a tal restrição.

O momento em que este efeito aparece é variável e depende de inúmeros fatores, sendo comum ocorrer pela primeira vez após três meses de dieta, podendo acontecer mais de uma vez.
Por que ocorre?

O desenvolvimento humano ajuda a entender esta reação do organismo: ao longo do tempo houve grandes períodos de falta de alimentos, onde o ser humano não teria sobrevivido caso não tivesse mecanismos de guardar energia, sob a forma de gordura, nos defendendo assim da morte por falta energética.

Por este motivo, toda vez que a oferta de alimento está diminuída, como ocorre quando se faz uma dieta, chega um ponto em que a pessoa para de perder peso, atingindo um ponto de equilíbrio.

Mudanças corporais e hormonais também participam desta estabilização do peso, sempre na tentativa de poupar o organismo da privação de alimentos. 

A leptina é um hormônio produzido pelo tecido adiposo (gorduroso) que atua na regulação do peso, agindo na ingestão de alimentos. Uma das suas funções é fazer o cérebro entender a sensação de saciedade, após a ingestão de alimentos. A produção de leptina faz o organismo entender que foi alimentado e que a pessoa não precisa comer mais. Se este hormônio não age adequadamente, o organismo não tem a percepção adequada de saciedade. Com a diminuição do tecido adiposo decorrente da própria dieta, a produção de leptina diminui, até que, em certo ponto, é insuficiente para produzir esta sensação de saciedade, fazendo com que a pessoa fuja da dieta.
O que fazer?

No efeito platô, o ideal é persistir na dieta, pois com o tempo o organismo volta a trabalhar com os níveis hormonais mais baixos, reiniciando um ciclo de emagrecimento. Pode ser necessário mudar a dieta e até mesmo inserir novos alimentos.

Os termogênicos são alimentos que podem auxiliar na diminuição do efeito platô, como a canela, o gengibre, a pimenta e o chá verde. Mas seu consumo, para essa finalidade, deve ser moderado e sob a orientação de um nutricionista, pois podem apresentar efeitos colaterais. 
Outra alternativa é aumentar as calorias consumidas alguns dias por um ou dois meses e em seguida diminuir novamente a ingestão calórica, para que o organismo não se adapte à restrição calórica e assim ocorra o emagrecimento.

Dra. Andreia Gonzalez Barbeiro,
Dra. Aline Costa de Morais, 
Dra. Simone Uhelszki Yoshida.    

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Whey Protein

Também conhecida como proteína do soro do leite, o Whey Protein é extraído da porção aquosa do leite, gerada durante o processo de fabricação do queijo. É uma proteína de excelente digestibilidade e de fácil absorção, devido á similaridade de seu perfil de aminoácidos com as proteínas do músculo.

O Whey Protein é, hoje, talvez o suplemento mais conhecido no mundo, e isso não é à toa. Whey protein não deve ser consumido apenas por atletas e praticantes de atividades físicas que procuram aumento de performance, mas também por qualquer pessoa que esteja procurando levar uma vida mais saudável.
O Whey Protein apresenta bom perfil de aminoácidos essenciais, aqueles que não produzimos em nosso organismo e precisamos obter por meio da alimentação, como: lisina, metionina, triptofano e os aminoácidos de cadeia ramificada; leucina, isoleucina e valina.

Por oferecer uma boa quantidade de leucina, o whey protein possui um importante papel no crescimento muscular, por seu efeito "anabólico" no metabolismo de proteínas, aumentando a taxa de síntese e diminuindo a degradação de proteína Muscular.

Outra função do Whey protein é que o mesmo estimula a síntese de insulina, hormônio com potente efeito "anabólico" e importante para hipertrofia muscular, pois facilita a entrada dos aminoácidos nas células, para que sejam usados na formação de tecidos, contribuindo assim com o aumento de Massa Muscular.

Ao escolher o melhor Whey Protein, Analise os ingredientes do produto que você pretende comprar. Muitas vezes o produto tem nome de Whey, no entanto, ao analisar os ingredientes encontrados no Rótulo Nutricional, você descobre que, por exemplo, outras fontes de proteína, como albumina e proteína da soja, foram adicionadas. Portanto, se o produto possui mais de uma fonte de proteína (que não seja a proteína do soro do leite) em sua formulação, você já sabe que não é 100% de Whey Protein. É importante que você fique atento a isso para poder comparar, verdadeiramente, qualidade e preço entre diferentes marcas e produtos.
Qual a dose diária ideal?


A dose ideal de whey protein varia de pessoa para pessoa, de objetivo para objetivo. Sua intenção ao suplementar com whey protein deve ser atingir a ingestão diária de proteína. Pessoas interessadas em ganhar massa muscular, procuram ingerir de 2-3g por quilo de peso corporal. Pessoas interessadas em definição muscular ou melhor desempenho em esportes ingerem de 1,5 a 2g de proteína por quilo de peso corporal.
Normalmente uma ou duas doses (cerca de 30-60g) são mais do que suficientes. O whey é um complemento, e não a base da sua alimentação. Afinal, boa parte das proteínas de sua dieta deve vir de comida de verdade (carne, ovos, peixe, entre outras fontes).
Misturar com água ou leite?

A decisão é sua, é uma questão de gosto ou praticidade. Com leite o whey realmente fica melhor, mas você não toma seu suplemento pelo sabor, não é? 


Então leva o pó no seu shaker e simplesmente adicione água após o treino, porém se decidir tomar o whey com leite, lembre-se que a absorção será mais lenta. 



terça-feira, 17 de abril de 2012

Os Benefícios dos Hormônios Bioidênticos na Modulação Hormonal


Hormônios Bioidênticos são assim chamados por serem idênticos aos produzidos pelo organismo humano. São fabricados a partir de elementos vegetais, cujos principios ativos são extraídos em laboratórios e moldados para serem biologicamente idênticos aos hormônios fabricados pelo organismo (hormônios endógenos ou naturais ).

Por isso os hormõnios bioidênticos são confiáveis e seguros. Eles permitem que a Terapia de Equilíbrio Hormonal Bioidêntica ( tehb ) seja personalizada, individualizada: cada paciente recebe a dosagem de hormônios naturais exigidas por seu organismo.


A produção de hormônios pelo organismo declina na medida em que envelhecemos, por fatores internos e externos: estresse, hábitos alimentares inadequados, ganho de peso, distúrbio do sono, tabagismo, alcoolismo, uso de anticoncepcionais e contaminação hormonal em nosso meio ambiente.

Esses fatores promovem a ruptura do equilíbrio hormonal, levando a máquina humana a não funcionar corretamente. através da terapia de equílibrio hormonal bioidêntica, o organismo volta a experimentar toda sua energia, vitalidade física, mental e sexual, bem estar, saúde e motivação para gozar a vida em toda a sua plenitude.

Dra. Andreia G Barbeiro

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Encontre o seu Ponto Z.

Os alimentos são importantes não só pelas calorias que possuem, mas também pela maneira como podem afetar o nosso sistema hormonal. Ter um sistema hormonal equilibrado é importante para a nossa saúde e bem-estar.

O programa alimentar do ponto Z, foca-se no equilíbrio hormonal. A dieta é a nossa melhor ferramenta para atuar sobre os hormônios. Por isso todas as recomendações dietéticas são baseadas na Modulação Hormonal e levam-nos a uma mesma direção: Equilíbrio Hormonal.

Na dieta hormonal, você mexe diretamente com a queima calórica e produção de insulina do organismo. É preciso ingerir carboidratos de médio ou baixo índice glicêmico, gorduras de boa qualidade e proteínas magras. Essa mistura equilibra o organismo e aumenta a queima de gordura corporal. 

Nesta dieta você não passa fome, mas tem a alimentação toda modificada. 



A fórmula da dieta está na distribuição dos seus Macronutrientes, ou seja, a ingestão de calorias será proveniente de 40% de carboidratos, 30% de proteínas e 30% de gorduras.

Dra. Andreia G. Barbeiro

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Modulação Hormonal Esportiva

Programa de Modulação Hormonal Esportiva - Ageless Clinic Center;


* Acompanhamento Médico, Nutricional e Treino elaborado por Personal Trainer (Duração do programa = 3 meses).

A Nutrição Funcional é a maneira mais eficaz já descoberta para ajudar as pessoas a atingirem o estado ótimo de saúde, desempenho físico e vivacidade mental

A Nutrição Funcional baseada em um dos seus pilares essenciais – a individualidade bioquímica, permite a cada parte desse todo, que é o ser humano, expressar o seu potencial genético, contribuindo efetivamente para o equilíbrio vital. Assim a Nutrição Funcional entende que nossos genes respondem diferentemente a diversos fatores ambientais aos quais são expostos diariamente como: o padrão alimentar e o status de nutrientes, o nível de toxicidade e substâncias alergênicas, a resistência a bactérias, parasitas, fungos e vírus e o nível de estresse físico mental.
É importante que no dia a dia se tenha uma alimentação saudável e um estilo de vida livre de toxinas e metais tóxicos para que os hormônios possam trabalhar em sinergia garantindo a efetividade dos processos bioquímicos, a saúde celular e o funcionamento dos demais sistemas orgânicos.
A proporção de macronutrientes da dieta é capaz de influenciar os níveis de hormônios esteroidais. Sempre que comemos, esses macronutrientes geram reações hormonais complexas no nosso corpo. Essas reações determinam a quantidade de gordura corporal a ser armazenada.
Toda refeição e lanche que você come deve ter o equilíbrio desejado de macronutrientes – proteínas, carboidratos e gordura, que produzem uma reação hormonal apropriada e favorável.
O primeiro passo é determinar sua necessidade de proteína, a quantidade de proteína que você precisa será única para você, por ser geneticamente determinada. A quantidade de proteína correta depende de 3 fatores: seu peso, seu percentual de gordura corporal e seu nível de atividade física.
Há outra regra importante ficar atento principalmente aos tipos de carboidratos que come. Os carboidratos não são iguais e os favoráveis possuem baixo índice glicêmico. Por isso entram na corrente sanguínea lentamente, aumentam os níveis de açúcar do sangue lentamente e produzem uma reação insulínica moderada.
Testosterona – No Homem os níveis de testosterona declinam gradualmente com a idade e estão relacionadas com aumento da gordura corporal, redução de massa muscular e óssea, fadiga, depressão, anemia, perda de libido, resistência à insulina e aumento do risco de doenças cardiovasculares.
A utilização de dieta hiperproteica e a restrição de carboidratos de alto índice glicêmico podem ser benéficas para redução do peso corporal e aumento da biodisponibilidade da testosterona.
Cortisol – Com o avançar da idade ocorre um aumento na secreção diurna de cortisol e um aumento da sua resposta aos fatores externos, expondo o organismo a diferentes desequilíbrios funcionais do metabolismo. O cortiso é um hormônio essencial para manutenção das funções bioquímicas e fisiológicas normais. Porém, quando elevado possui diversos efeitos adversos ao organismo.
A alimentação é capaz de modular os níveis de cortisol. Diversos fatores como jejum prolongado, dietas ricas em proteínas e sódio e consumo de álcool interferem negativamente nos níveis de cortisol. Por outro lado uma alimentação fracionada e equilibrada, que inclui compostos com atividade antiinflamatória e antioxidante, exerce o efeito contrario contribuindo para o equilíbrio do organismo.

Estresse Crônico – o estresse crônico leva ás alterações no balanço hormonal acarretando na redução dos níveis de hormônios anabólicos que promovem o aumento da massa óssea e muscular e previnem contra a adiposidade. Também estimula o aumento dos níveis de cortisol, sem aumento concomitante dos hormônios anabólicos, levando a um desequilíbrio anabólico/catabólico, que pode comprometer diversas funções orgânicas como a força muscular e a saúde óssea.
Alimentação (Carga Glicêmica) – O consumo crônico de dietas de alta carga glicêmica provenientes principalmente do consumo de carboidratos refinados, pode afetar desfavoravelmente o metabolismo e a saúde. O consumo crescente de frutose, derivada principalmente dos xaropes de frutose e dos sucos concentrados, pode contribuir para a resistência à insulina devido a sua habilidade de causar uma mudança no balanço entre a oxidação e a esterificação. Apesar de altamente consumidos na dieta urbana moderna o açúcar e cereais com alto índice glicêmico eram alimentos raramente consumidos pela maioria dos cidadãos há 200 anos.
Alimentação (Ácidos Graxos) – a dieta atual contém uma quantidade excessiva de ácidos graxos saturados, trans e poliinsaturados da série ômega-6, enquanto é deficiente em ácidos graxos das séries ômega-3 e ômega-9. Esse padrão de consumo de lipídeos favorece o acúmulo ectópico de gordura em músculos, fígado, coração e pâncreas. O consumo crônico de alimentos fontes de ácidos graxos trans e de óleos vegetais que fornecem uma alta carga de ácidos graxos ômega-6 (como óleo de girassol e milho) contribuirão para um estado inflamatório que desequilibrara o mecanismo molecular da insulina. Os principais alimentos que contribuem para o consume desses nutrientes são: queijo, margarina, manteiga, produtos de confeitaria e a maior parte de "junk foods". Sendo importante ressaltar que os ácidos graxos ômega-3, derivados dos peixes e da linhaça, tem importante função no metabolismo hormonal, principalmente na sensibilidade à insulina.
Alimentação (deficiência de micronutrientes) – o padrão alimentar, rico em carboidratos refinados e gordura e de baixa qualidade nutricional, levam a deficiência na ingestão de micronutrientes que pode colocar o organismo num estado de desequilíbrio hormonal favorecendo o aparecimento de diversas doenças. Alguns micronutrientes e vitaminas apresentam função de cofatores da atividade de diversos hormônios sendo estes; cromo, ferro, magnésio, manganês, selênio, vanádio, zinco, ácido fólico, biotina, vitamina A, vitamina C, vitamina D, vitamina E e vitamina K.
Dra. Andreia G. Barbeiro
Ageless Clinic Center

Suplementação para corredores


Está na dúvida se precisa ou não fazer uso de suplementos?

Um atleta amador que corre de 3 a 5x por semana e percorrem distâncias de 3 a 10 km por treino geralmente não tem necessidade utilizar suplementos.

A suplementação alimentar é necessária principalmente para corredores que realizam treinos com mais de uma hora de duração e participam de provas como meia-maratona ou maratona. 
Atletas que fazem provas e treinos longos precisam de uma suplementação porque nem sempre a alimentação diária fornece a quantidade de carboidrato que eles necessitam para repor o estoque de glicogênio.

O carboidrato é o principal nutriente que deve ser suplementado. Isto porque o glicogênio (carboidrato estocado) é a principal fonte de energia utilizada pelo organismo durante a atividade física. Quando o estoque de glicogênio acaba, o corpo passa a utilizar a reserva de aminoácidos (proteínas). Porém, o gasto energético para queimar os aminoácidos é muito maior do que para queimar glicogênios. Por isso, é mais interessante suplementar carboidratos em vez de proteínas.
A alimentação durante provas e treinos longos é muito importante para que o atleta possa manter seus níveis energéticos e ter um bom desempenho. Como fica mais difícil consumir alimentos durante a corrida, este é momento em que a suplementação com carboidrato em gel, pó ou barras energéticas se faz mais necessário.
Suplementos
Função no organismo
Benefícios
Isotônicos
Fornece hidratos de carbono, fluidos e electrólitos, então servem para repor os líquidos e sais mineiras perdidos pelo suor e também os estoques de carboidratos.
+++
Whey protein
ideal para auxiliar na recuperação muscular após o desgaste físico. Além de contribuir para a regulação dos níveis de glicose no sangue, o whey protein também é rico em aminoácidos essenciais
++
BCAA’s

Diminui o tempo de recuperação muscular, após exercícios de longa duração, Diminui a fadiga e preserva a musculatura.

+++

Complexo de Vitaminas e Minerais
Reguladores do metabolismo
++
Vitamina C
Estimulante imunitário
Antioxidante
+++
Vitamina E
Antioxidante (em conjunto com a Vitamina C)
++
Géis de hidratos de carbono
Fornecem hidratos de carbono de assimilação rápida.
+++
Glutamina
Auxilia a recuperação muscular, melhora a função dos neutrófilos (sistema de defesa) e aumenta o sistema imunológico, Diminuindo a incidência de infecções.
+++
































Dra. Andreia Gonzalez Barbeiro